Eu e Marley e Eu
Essa semana, apesar de toda a atrapalhação com as atividades da faculdade, resolvi alugar um DVD para rir um pouco, aliviar as tensões. Na locadora, fui direto nele, “Marley e eu”, o filme que todos comentavam. Em plena segunda-feira (dia ótimo para relaxar, não?), sentei em frente à Tv e apertei o play.
O filme começou como terminam muitas comédias românticas, o casamento dos personagens principais, os jornalistas John e Jennifer Gorgan (Owen Wilson e Jennifer Aniston, ou seria a Rachel de Friends?). Após algum tempo de casados, sem saber se seriam bons pais, resolvem adotar o endiabrado Marley, um lindo filhote labrador. Um momento: a vendedora do cachorro cobrou menos por ele em relação aos demais. Eles nem questionaram! Será que não perceberam o sorriso maldoso da mulher? oO
Como era de se esperar, muitas confusões e trapalhadas (para usar termos bem Sessão da Tarde) . Um cachorro que não respeita seus donos, quebra tudo, come tudo, acaba com tudo. Então, Jennifer engravida e a partir daí, ao meu ver, o filme realmente começa. Passa-se a enxergar os aspectos quase humanos e infantis de Marley, que vira uma espécie de companheiro que não se acha em todos os lugares e participa ativamente das relações construídas nessa família. O resto, eu prefiro aconselhar que você veja com seus próprios olhos.
Marley não fala, nem é de inteligência extraordinária e nem precisa. Ironicamente, aquele animal é um ator e tanto (rs). Não é um grande filme, nem assisti esperando que fosse. É um testemunho sobre como amizades podem ser verdadeiras sem que nem mesmo uma palavra precise ser dita. No fim, me vi sentada no sofá chorando e rindo, rindo e chorando, e me achando uma completa idiota por me emocionar num filme sobre cachorros.
