Com jeito infantil, mas competência de gente grande, Mallu Magalhães impressiona na originalidade e na qualidade da música que faz. Durante suas aparições em programas da Rede Globo, como o Altas Horas, Programa do Jô e o Caldeirão do Huck, a menina de apenas quinze anos, contou, no auge da sua timidez, um pouco da sua trajetória, no mínimo curiosa.
Mallu começou a compor aos doze anos, inspirada pelos discos de seu pai que encontrava pela casa da avó e pelos instrumentos que ela, até hoje, conserta. Suas maiores referências musicais são Johnny Cash, Beatles, Belle and Sebastian e Bob Dylan. Com essa bagagem cultural bastante incomum para a sua idade, ela canta num estilo folk, criando uma inevitável comparação com a cantora londrina Kate Nash.
Há muito pouco tempo dentro desse meio midiático, ela gravou suas primeiras 4 músicas em mp3 com o dinheiro que ganhou, dos pais e avós, como presente de aniversário de quinze anos. Disponibilizou-as na internet, muito despretensiosamente, e alcançou o incrível número de 250 mil acessos, transformando-a nesse fenômeno da internet que ela é hoje.
O comportamento dela condiz com a idade que tem. Com sua criatividade e inocência, ela acaba reagindo de forma naturalmente engraçada a certas perguntas e afirmações. Quando o apresentador Jô Soares, ao saber de sua paixão por instrumentos musicais, oferece-a um violino, prontamente ouve um grito: “Não, mas precisa de um nome”. Com seu humor característico, Jô o batiza de “Jô Suíno” e a garota cai na gargalhada.
Todos os instrumentos dela têm nomes próprios. Óbvio, todos muito peculiares. Suas gaitas, como ela mesma descreve, são inspiradas nas gerações das princesas. Uma se chama Penélope I e a outra, Penélope II. Aliás, não são apenas as gaitas que levam nome de princesas, a própria Mallu tem um nome que remete a elas: Maria Luiza de Arruda Botelho Pereira de Magalhães.
Outra grande característica dela é compor em inglês a maior parte das suas músicas. Diz que existem coisas que só ficam sonoras desta forma, além de se sentir mais a vontade para se expressar. Apesar disso, confessa que anda com o dicionário ao lado, por não ser fluente.
A garota acanhada, ao pegar seu violão ou banjo, passa a ser segura, notório até em sua expressão facial. Cantando, ela se metamorfoseia de uma menina para uma cantora profissional, com ar sério e compenetrado para não errar. Tamanha é a confiança que ela inspira, que uma das suas músicas, chamada “J1”, virou trilha da propaganda da empresa de telefonia celular “Vivo”.Suas canções e entrevistas estão disponíveis para acesso no site Youtube e no Myspace. Além de uma comunidade no Orkut, que contém links diretos para downloads e espaço para discussões sobre a cantora.
Kah, não sabia que tinha blog, muito bem escrito por sinal.
Esse é o caminho: Cultura!
Sucesso tá?
Te amo muito.
Kah, não sabia que tinha blog, muito bem escrito por sinal.[2]
Parabéns Kah, seu blog está ótimo
Cara, que lindo isso aqui. Escreveste como gente grande. Parabéns e sucesso, moça =*
Kah, não sabia que tinha blog, muito bem escrito por sinal.[3]
MUITO bem escrito.